A jornada

3.6.16

  Quando eu era pequena ninguém me contou que eu ia fazer contas de matemática com mais letras que números, ninguém me disse que meu allstar favorito iria rasgar, e muito menos que só choveria nos dias que eu esquecesse a sombrinha em casa. Eu tive que descobrir tudo isso, do mesmo jeito que descobri como é ter que crescer e criar responsabilidades.
  Quando eu era pequena ia pra escola e sentia saudade da minha família, mas não sabia que eu poderia sentir saudade de alguma coisa ou alguém pra sempre.  O único motivo de correr era diversão, o único motivo pra choro era um machucado, e o único motivo pra brigas era qual desenho animado nós iríamos assistir de manhã.
  Eu nunca me preocupava em não poder ser livre e não poder expor minhas ideias, porque pra mim, eu era verdadeiramente livre. Não me preocupava com aparências e nem com dinheiro. Eu aprendi muitas coisas com minhas vivências, outras com as vivências de outras pessoas.
  Era uma criança coberta de sonhos, sonhos que eu descobri que não são impossíveis, mas que não são tão simples assim. Que lutar não significa apensas uma briga, mas sim ir atrás das coisas que queremos e pegar no batente não é segurar o batente da porta, mas sim correr atrás das coisas que queremos.

  Essa é a nossa jornada, sempre aprendemos algo novo, sempre estamos recebendo lições, sempre estamos percebendo que tudo é um pouco diferente do que pensávamos, mas que no final vale a pena!


Bons Amendoins!

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